Quem nasceu primeiro: o ovo ou a ampulária?

•29 dUTC Novembro dUTC 2007 • 3 Comentários

Bem, no caso lá de casa, quem nasceu primeiro foi a ampulária.

Um belo dia, na hora de alimentar os peixes, percebi algum corpo estranho colado ali no cantinho da tampa do aquário. Meio que escondido entre a fiação das lâmpadas. Olhei mais de perto – que diabos era aquilo? – e vi que parecia mais um casulo, ou algo assim. Olhei mais uma vez, um pouco mais de atenção e não era um casulo, eram vários… vários ovinhos!

ovo de ampulária

Quando penso que já era o bastante, vejo que na outra ponta da tampa, entre as lâmpadas, havia mais.

Pois é… OVO DE AMPULÁRIA.

Os ovos estavam secos (não sei se por causa do calor das lâmpadas). Como não desejo ter mais ampulárias – basta a superpopulação dos outros caramujinhos – retirei os ovos e descartei.

Depois disso, passei a manter o aquário com as tampas de vidro, mesmo sabendo que elas podem diminuir a eficiência das lâmpadas. Pelo menos não iria ter mais essas surpresas e nem precisaria, a cada dia, ficar caçando onde a diaba da ampulária iria colocar os ovos.

Ahhh, para quem pensa que são hermafroditas, me parece que não são não! Pelo que vi nesse site, os sexos são separados (agora eu sei o que estava rolando quando eu vi um caramujo se enroscando no outro…).

Teve um dia que, ao acordar, fui dar uma olhada no aquário como de costume. No caminho, ainda sonolento, quase quase piso em um objeto não identificado que estava no chão. Era a mamãe ampulária… toda fechada, ressecada… moribunda. Na dúvida, coloquei num recipiente com água do aquário para ver se dava algum sinal de vida. Depois de um tempo se mexeu e voltou para o aquário. Tinha um pedaço da concha quebrado. Depois desse dia, nunca mais foi a mesma… ficava sempre isolada em um canto, não saia para disputar a comida de fundo que eu coloco para as coridoras, enfim… ficou maluca!

Sim.. voltando… depois que recoloquei o bicho no aquário, saí a investigar o que ela tinha aprontado do lado de fora do aquário… uma verdadeira caça ao tesouro!
Procura aqui, procura acolá… nada de encontrar os ovos da ampulária. Em algum lugar eles estavam, eu tinha certeza… embaixo do móvel, atrás do sofá, em cima da geladeira… nada! Meu Deus, onde estão os ovos???
Depois de vários minutos de busca, achei-los grudados atrás do filtro externo. Isso mesmo… ela saiu do aquário pelo espaço entre a tampa de vidro e a saída de água do filtro, de alguma forma chegou na parte de trás e, como o “terreno” era irregular, depois de desovar, caiu no chão e ficou por lá.

Ontem senti falta dela… das duas, uma: ou morreu ou fugiu denovo e aquele comportamento estranho era fingimento para eu relaxar na vigilância. Estranho ter morrido e desaparecido, porque eu não achava a concha em lugar nenhum do aquário… mas tb era difícil ter saído, já que eu mantinha o aquário fechado com mais cuidado.

Depois de vasculhar as plantas, e com a ajuda de uma lanterna encontrei o cadáver entre umas raízes lá. O corpo da ampulária já estava bastante decomposto e com um fedor terrível que senti ao retirar do aquário.
Nesse período a água estava bastante turva e, pelo visto, uma coisa tem relação com a outra, já que isso melhorou depois que retirei a ampulária morta.

Restou o macho, que pelo menos não bota ovo.

A breve história dos irmãos Oto

•13 dUTC Novembro dUTC 2007 • Deixe um comentário

Depois de uma busca interminável, encontrei o tal do famoso limpa-vidro (ou Otocinclus spp.). É aquelea peixinho que fica pendurado no vidro do aquário… até quem não conhece nada de aquário conhece esse cara.

Pois é, achei 2 desse em uma loja e resolvi levá-los. Vieram juntos com um Comedor de Algas.
Comedor de alga

Logo que entraram no aquário, foram pro meio do mato e ficaram lá, escondidinhos… é uma reação normal para os recém chegados. Ainda não conhecem a área, ficam tímidos e quietinhos. Isso aconteceu também com o Comedor de alga, mas com o passar dos dias este foi se soltando. Se espalhando pelo aquário… fez amizade com as coridoras e todo dia saía para dar uns rolés.
Já os Otos ficavam sempre escondidos.

Um se plantou ali na saída do filtro e de lá não saía para nada. O outro eu nem sei… raríssimo vê-lo pelo aquário. Até consegui tirar uma foto certa vez, em uma das poucas vezes que resolveu aparecer.

tá lá um corpo estendido no chão

Resumindo a ópera, um belo dia convidei um pessoal para ir lá em casa. Ficamos ali olhando o aquário e tal, e nada de ver os limpa-vidro. Procura aqui, procura ali até que…. vi alguma coisa que parecia um cadáver, entrenhado nas raízes das plantas. Era um dos Otos! E parecia estar ali a um bom tempo. O outro, nem sinal.

Na hora fiz todos os testes que eu tinha. Ph, Cloro, Amônia e Nitrito… tudo OK. Eu acho que eles já vieram baleados mesmo.

Dias depois, sem nem sinal do outro Oto, fui fazer qualquer coisa e quando abri a tampa do aquário ele estava lá, boiando, mortinho da silva. É chato ver seu peixe morrer, viu. Mas faz parte, né?

Isso aconteceu em meados de Outubro.

Ahhh… o Comedor de Alga (esse amarelinho da foto) está lá até hoje, todo espalhado e bem à vontade no aquário. De noite se esconde numa toca que ele achou no tronco.

A nível de curiosidade

•4 dUTC Novembro dUTC 2007 • Deixe um comentário

a evolução do aquapamplona:

  • 11/10/07
    Primeiro dia
  • 12/10/2007
    Dia 12/10/07
  • 14/10/07
    14/10/2007
  • 19/10/07
    Aquário
  • 24/10/07
    aquario103.jpg
  • 26/10/2007
    Aquário em 26/10/2007

Novos habitantes

•4 dUTC Novembro dUTC 2007 • 4 Comentários

… e naturalmente as bolhinhas sumiram. Realmente tudo indica que as benditas bolhinhas eram apenas Oxigênio acumulado nos anéis de cerâmica.

 E o aquário estava indo bem.  

Aquário em 26/10/2007

Agora, restava esperar o tempo de ciclagem (também conhecido como Ciclo do Nitrogênio). A explicação do que é a ciclagem é bem técnica e envolve conceitos químicos, transformação da amônia em nitrito, nitrito em nitrato… se for do interesse clique aqui. Resumindo, é o tempo que o ambiente se torna propício para os peixes viverem felizes.

ELAS CHEGARAM

O terror de todo aquarista. Aparecem assim, de um dia para o outro e dominam tudo… tá dominado, tá tudo dominado. São as famigeradas ALGAS.

Tudo bem, não cheguei a ter uma infestação tão forte assim, mas elas estafam incomodando.

Algas de diversos tipos. Algumas parecendo fiapinhos presos nos vidros, outras pareciam teias de aranha presas nas plantas e outras eram apenas manchinhas verdes, como se fosse tinta espirrada pelo vidro, pela pedra, enfim…

Aí pensei: sempre vejo depoimentos de que uma boa opção para combater as algas é montar uma “equipe de limpeza” com peixes comedores de algas, caramujos, etc… será que o aquário já está pronto para reveber seus primeiros habitantes?

Para saber se a ciclagem já está concluída, são basicamente 2 testes: Amônia e Nitrito. São facilmente encontrados nas lojas do ramo.

Para a minha surpresa – agradável surpresa – os parâmetros estavam zerados, e eu já podia colocar os peixes. No dia seginte fui atrás dos peixes!

Inicialmente pensei nos famosos Limpa-vidro (ou otocinclus). Todo mundo conhece esses… são aqueles que ficam grudados nos vidros comendo as algas… mas não achei nas 2 lojas que procurei. Em uma delas, inclusive, a vendedora disse que o Ibama tinha proibido a venda.
Já que eu não poderia comprar, fui atrás de outras opções. O certo era que naquele dia eu não voltaria para casa sem os primeiros habitantes do aquapamplona.

No final, compramos 4 Coridoras e 2 caramujos – não sei exatamente a espécie, mas se parecem muito com essa Ampulária aqui. As coridoras não são exatanente comedoras de algas. São peixes que ficam mais no fundo do aquário e gostam de agitar o solo – fazem a festa.

Olha elas aí:
img_1720.jpg

Isso foi no dia 27/10

E aqui uma das Ampulárias:
Senhora Ampulária
notem as algas presas na folha…

Pois é… essa tropa de elite que eu coloquei aí não deu conta das algas não.
Elas continuaram no aqua. Eu precisava reforçar a equipe…

Não percam no próximo capítulo:
 - a chegada de novos habitantes
 - será que eles se juntaram ao combate contra as algas?
 - será que eles foram bem recebidos pelos antigos combatentes?

Bolhinhas flutuantes

•24 dUTC Outubro dUTC 2007 • 2 Comentários

Depois de 2 semanas de vida, o aquário aparentemente está indo bem. Dessa vez, a única coisa que estou achado estranho é que surgiram umas bolhas que ficam flutuando na superfície. Primeiro achei que podia ser o CO2, mas depois vi que não era.

Vejam:
Bolhas

Elas começaram a aparecer depois que acrescentei uns anéis de cerâmica no filtro (externo – JEBO 503). Vi que essas bolhinhas estavam sendo formadas na saída do filtro e deduzi que poderia ser o ar que estava acumulado nos espaços entre os anéis – eu sei que AR saindo de ANEL remete logo a PUM, mas não é bem esse o caso.
Será que é isso mesmo? Se for, a tendência é então que essas bolhinhas desapareçam com o tempo, concordam?

Agora vão umas fotos atualizadas (tiradas hoje, dia 24 de outubro de 2007). O que estão achando?

aquario103.jpg
A água parece estar um pouco turva, né? Essa semana farei nova TPA.

aquario107.jpg
de um lado…

aquario108.jpg
… de outro lado…
aquario105.jpg
as Glossos… será que vão pegar????

aquario106.jpg

Raízes flutuantes

•19 dUTC Outubro dUTC 2007 • Deixe um comentário

Bem, amigos da Rede Globo, aí está o nosso aquário depois da sua primeira TPA e uma pequena e discreta reorganização das plantas. E aí, o que acharam? Nada mal, hein….

 Aquário

A única coisa que está me preocupando no momento é o crescimento de umas raízes pelo alto do caule de algumas plantas. Se reparar bem na foto, dá para perceber.

Mesmo assim, tirei umas fotos mais detalhadas para analisarmos o que pode ser….

raizes2.jpg

raizes1.jpg

raizes.jpg

Como um autêntico iniciante e inexperiente total, vários questionamentos surgem na minha cabeça. Será que minhas plantas são mutantes e na verdade essas raízes são deformações? Tenho medo de que um dia eu acorde e encontre as plantas andando no meio de minha sala….

Ou será que eu plantei elas de cabeça para baixo? Será que inverti os pólos? Ai meu deus….

No fórum que acompanho, um cidadão teve um problema uma situação parecida, e disseram que é normal. Bem, falando sério, o que eu imaginei que pode ter acontecido é ter colocado uma camada insuficiente de substrato fértil e, então, as plantas estão buscando outras formas para absorver nutrientes – nessas horas, nesses detalhes, percebo como a natureza é sábia. Faz sentido isso?

 raizes3.jpg <- essa camada mais escura, abaixo da areia é o tal substrato fértil. Deveria ter por volta de 2cm. Para se ter uma idéia, de areia são cerca de 5cm!

Deus disse: “Faça-se a luz”

•17 dUTC Outubro dUTC 2007 • Deixe um comentário

Vou voltar um pouco no tempo… para uma era onde tudo era escuro e a luz ainda não existia…
…até que eu decidi montar a tampa do aquário, fazer a instalação elétrica. Já tinha comprado parte do material (reatores, fio, os encaixes para as lâmpadas…). Era final de setembro.


Antes disso, eu já tinha colado o contact preto no fundo do aquário (pelo lado de fora, heim). Acho que aqui vale abrir um parêntese para eu contar como fiz. O primeiro passo foi cortar o contact do tamanho certo, claro. Feito isso, deve-se limpar bem a superfície que você irá colar – a parte de trás do aquário. Depois borrifa água pela superfície e aplica o contact. Com uma espátula – eu usei um cartão de crédito expirado – vai retirando as bolhas. Fica massa!!!
Depois que secou, ficaram umas manchas brancas da cola. Se isso acontecer com você, não desanime… elas, como que por mágica, somem depois!!!!

Aqua com fundo preto


Voltando ao assunto Iluminação

Onde eu estava mesmo??? Ahhh … era final de setembro, e eu resolvi meter a mão na massa. Já tinha decidido como seria a iluminação e comprado parte do material…

Primeiro fixei os reatores na parte traseira do móvel

img_1504.JPG

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Depois os suportes das lâmpadas na tampa e depois foi só ligar os fios.

img_1510.JPG

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Claro que eu resumi bem o processo. Teve esse acabamentozinho, pros fios ficarem bonitos, etc…
E até que o resultado não ficou ruim, hein… modéstia à parte!

Só que o primeiro teste que fui fazer, assim que coloquei a tomada na parede…. POW… deu um pipôco, a TV desligou e eu pensei “FIZ MERDA!!!!”. Achei que tinha derrubado a energia do prédio todo. Pensei nas pessoas que tinham ficado presas no elevador, em quem estava tomando banho, todo ensaboado e a água ficou fria de repente. Pior: “perdi meus reatores, minhas lâmpadas… deve ter queimado tudo!!!”.

Pra minha sorte, foi só o disjuntor que desarmou. Fiquei sem entender. Teoricamente eu tinha feito tudo certo.
Resolvi tentar mais uma vez e … POW… novo pipôco, a TV desligou denovo. Resolvi não insistir mais! Chega!! Antes que o elevador pare de verdade!!!!

No dia seguinte, fui consultar um eletricista conhecido que presta serviço na empresa onde trabalho. Explicando o que eu fiz, ele logo percebeu meu erro e me orientou. Assim que cheguei em casa, foi só ligar os fios corretamente no interrupitor (antes eu estava fechando o circuito) e pronto. FEZ-SE A LUZ!!!!

img_1513.JPG

Faltava só arrumar o substrato, as plantas, o CO2… coisa simples… 

Vai um gás carbônico aí?

•17 dUTC Outubro dUTC 2007 • Deixe um comentário

OK OK … já estamos injetando CO2 no nosso aquário.

Como disse anteriormente, utilizei a garrafada com gelatina. O processo não foi difícil e, creio, que também não foi muito caro – apesar do Karo*.

No post anterior tem link para outras variações da receita. Eu fui adaptando um pouquinho de uma, com um pedacinho da outra, enfim.

A receita:

Utilizei dois pacotes de gelatina (da mais barata que encontrei no supermercado). Me baseei nas instruções da embalagem mesmo, mas com a quantidade de água reduzida, para ficar bem concentrada.

Numa panela coloque cerca de um copo d’água e as duas gelatinas, mexendo sem parar… ai ai ai . Quando estiver quase fervendo, acrescente 3/4 de um copo açúcar e continue mexendo, até dissolver todo o açúcar. Depois de alguns minutos, desligue o fogo, adicione uma colher de *glicose de milho (creio que pode ser Karo ou qualquer outra marca) e em seguida mais 1 copo de água fria. Mexa para a mistura ficar homogênea e, com a ajuda de um funil, coloque a gelatina numa garrafa pet.
Deixe descansando na geladeira por um bom tempo (no meu caso, deixei cerca de 36h) até ficar bem consistente – se deitar a garrafa, a gelatina deve permanecer na mesma posição, sem se deformar. 

No dia seguinte, complete a garrafa com água – sem cloro – até cerca de 10cm da boca. A água pode ser fria ou temperatura ambiente.

Em outro recipiente dissolva meio sachê de fermento biológico (de pão) em um pouquinho de água levemente aquecida e com 1 colher de sopa de açúcar. Coloque esse fermento dissolvido na garrafa e, cuidadosamente, misture com a água – pode usar uma faca, um graveto, enfim, use a imaginação…

 É isso! Agora é esperar.

No início achei que eu tinha feito errado, as bolhas demoraram a aparecer. Fiz de manhã e de noite ainda não estava saindo nada… no outro dia de manhã ainda estava bem fraquinho e nada de bolhas no aquário – saía uma a cada 20 segundos ou mais. Fui trabalhar! Achava que ia ter que refazer tudo….

A surpresa foi quando cheguei em casa… o negócio tava bombando. Coisa de 1 bolha / segundo, até menos. Minha esposa achou que as plantas já estavam melhores, eu não notei muita diferença, mas ela é mais atenta do que eu. Agora vamos observar como ficam as plantas e quanto dura esse sistema de CO2. Fico devendo as fotos. Depois acrescento!

Hoje pretendo fazer a primeira TPA** e, de quebra, dar uma ajustada no layout… não quero mexer muito – só reorganizar algumas plantas.

Apareceram as primeiras algas, do tipo filamentosas. Não sei se tem relação com a injeção de gás ou se é apenas parte do processo mesmo – dizem que é normal durante a ciclagem. Com a TPA é capaz de melhorar…


** TPA: Troca Parcial de Água. Processo onde se retira parte da água velha do aquário e se repõem água nova.


 – atualizado em 19/10/07 :: fotos! (clique na imagem para ampliar)

Garrafada… <- garrafa com a gelatina já consistente e água

Garrafada <- fermento dissolvido na água (entre 1/4 e 1/2 do pacotinho

Garrafada <- detalhe da tampa

Garrafada <- o sistema, com um conta bolhas improvisado

Garrafada <- Já no seu devido lugar e funcionando, no dia seguinte à montagem.

Garrafada <- em funcionamento… deu para ver as bolhinhas?

Primeiros registros

•15 dUTC Outubro dUTC 2007 • 1 Comentário

Vejam como está o aquário. Finalmente nasceu!!!

Aí estão algumas fotos da evolução… desde a montagem até o dia de hoje!

No começo, me parece que é normal a água ficar turva mesmo, e a
tendência é clarear com o passar dos dias. O que não gostei muito foi
que notei que algumas plantas estão amarelando e com um aspecto
feioso. Pelo que estou estudanto, são várias possibilidades e já tô
vendo as possíveis soluções.

 Minha primeira hipótese é a falta de CO2. Hoje (15/10) vou colocar a garrafada com gelatina (preferi me basear na receita do artigo supostamente original, está um pouco diferente). Se não notar progresso, minha suspeita seguinte é a falta de notrientes. Fiquei com medo da camada fertil estar muito fina e insuficiente – usei o Sera Floredepot . Nesse caso, acho que vou entrar com algum fertilizante líquido, mas é uma decisão ainda não tomada. Vou pesquisar mais um pouco… esperar a reação depois do CO2.

Pré-montagem (10/10/2007)

Dia 12/10

13/10

14/10 Continue lendo ‘Primeiros registros’